A maior alta deve ser registrada na região Sul (+10,7%), seguida pelo Sudeste (+9,3%)
O consumidor residencial brasileiro terá de lidar com dois anos de reajustes na energia bem acima da inflação. As causas são um regime de chuvas insuficiente para compensar períodos de seca e o aumento dos encargos sociais. Na média, as tarifas devem fechar o ano com alta de 14% e subir 9,4% em 2018. A expectativa é que a inflação oficial medida pelo IPCA fique abaixo de 3% este ano e em 4% em 2018. Em algumas regiões, as tarifas podem pesar ainda mais no bolso, segundo levantamento da consultoria especializada TR Soluções.




