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calendar_today terça, 27 de outubro de 2026

A Câmara de Vereadores, a Prefeitura Municipal e a UNILAB promovem seminário: “Possibilidades e Desafios do Desenvolvimento da Lei 10.639 no Recôncavo Baiano”

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A Câmara de Vereadores, a Prefeitura Municipal e a UNILAB promovem seminário: “Possibilidades e Desafios do Desenvolvimento da Lei 10.639 no Recôncavo Baiano”

Na manhã desta quarta – feira, dia 08 de Outubro, a Câmara de Vereadores, a Prefeitura Municipal e a UNILAB (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira) promoveram um seminário: Possibilidades e Desafios do Desenvolvimento da Lei 10.639 no Recôncavo Baiano, cujo objetivo é provocar a comunidade acadêmica territorial e a sociedade civil organizada a contribuírem com a elaboração das propostas para a formação de Educadores Étnicos.

Participaram da mesa de abertura do evento, o Presidente da Câmara de Vereadores, Eliezer de Santana, a Secretária de Educação - Ana Christina Oliveira, os professores Fausto Antônio e Matilde Ribeiro (UNILAB), o secretário de Desenvolvimento Social Aloísio Oliveira, Eliany Vasconcelos – coordenadora pedagógica do Colégio Estadual Martinho Sales Brasil, Edson Martinho – diretor de Direitos Humanos de Lauro de Freitas, equede Ivete Gomes – terreiro de Oxumarê, o secretário de Educação de Madre de Deus – Luís Mário, coordenadora pedagógica de Saubara – Reijailda Santana e Fátima de Jesus – coordenadora geral de Educação para as Relações Étnico-Raciais da Diretoria de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-Raciais do Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão.

Para o Presidente da Câmara de Vereadores de São Francisco do Conde, Eliezer de Santana, a evolução do Brasil deverá se dá a partir do reconhecimento do povo negro. Ele também falou sobre o preconceito contra os nordestinos e a dificuldade de efetivar a Lei 10.639 nas instituições de ensino por conta do racismo, do machismo e da homofobia que tem segregado o País, “temos que continuar perseverantes como militantes, como pessoas, como educadores e sociedade civil pela aplicação de fato dessa lei a partir da educação para que possa transformar o nosso País”.

A secretária municipal da Educação, Ana Christina Oliveira, falou que as discussões a respeito da lei 10.639 precisam ser ampliadas e dialogadas por diversas vozes, para que a inclusão da história e da cultura africanas e afro-brasileiras nos currículos escolares seja mais eficiente. “As escolas ainda não entenderam essa lei [...] Precisamos discutir e estabelecer um currículo mais eficaz. Por isso, a importância de convocar coordenadores pedagógicos, não só de São Francisco do Conde como dos demais municípios que compõem a Região Metropolitana e o Recôncavo, para que possamos ampliar esses diálogos e trocar experiências exitosas”.

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