A procura por unidades de saúde para tratamento médico pode significar a cura dos pacientes, como também pode representar o agravamento do seu quadro clinico. Há muitos anos, a infecção hospitalar preocupa cientistas, pesquisadores, empresários do ramo da saúde, médicos e enfermeiros de todo mundo, pois se trata de um problema invisível, já que envolve microorganismos imperceptíveis a olho nu.
Presentes no ar, nos objetos e na pele das pessoas, os microorganismos podem representar elementos complicadores na recuperação de pacientes, vez que, não raro, apresentam imunidade baixa, além de possuir varias vias de acesso, a exemplo das vias respiratórias, boca, olhos e incisões decorrentes de cirurgias. Vale dizer, que o uso do jaleco, fora do ambiente hospitalar ou de trabalho, tem sido objeto de campanhas de conscientização dos profissionais de saúde, pois tal prática pode ser via de entrada de patogênicos, uma vez que não é difícil encontrar médicos e enfermeiros usando a referida vestimenta em locais diversos, a exemplo de shoppings, cantinas, refeitórios, banheiros, áreas externas e até mesmo no interior de veículos. Usam e abusam desavisadamente do “jaleco branco” como se fosse uma segunda pele, no interno ou na rua.
Desta forma, a prevenção, através da implementação de cuidados com a higiene, a exemplo de lavar as mãos e a descontaminação de objetos, bem como o estabelecimento de procedimentos contribuem para o controle e a efetiva redução da infecção hospitalar, haja vista que é impossível eliminar os patogênicos que existem em todo ambiente.




